CINDIE FESTIVAL 
EXIBIÇÃO ONLINE DE 24 DE SETEMBRO A 03 DE OUTUBRO

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4º FESTIVAL ECRÃ

DE EXPERIMENTAÇÕES AUDIOVISUAIS

EXIBIÇÃO ONLINE DE 20 A 30 DE AGOSTO

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9º OLHAR DE CINEMA -  FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE CURITIBA
DE 07 A 15 DE OUTUBRO
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9º OLHAR DE CINEMA FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE CURITIBA
DE 07 A 15 DE OUTUBRO
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CAVALO

Longa-metragem Cavalo terá exibições online e gratuitas em agosto 

Com uma recepção calorosa do público e da imprensa especializada, o longa-metragem alagoano “Cavalo” iniciou sua carreira na 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, em janeiro de 2020, e desde então tem despertado expectativa para as suas próximas exibições. 

No mês de agosto, o público terá a oportunidade de ver o filme gratuitamente na seleção oficial do 4º Festival ECRÃ de Experimentações Audiovisuais, ao lado de mais de 100 obras de todo o mundo. O festival é uma vitrine para as diversas expressões do audiovisual contemporâneo, com filmes, instalações, performances e experimentações em realidade virtual e outras tecnologias. “Cavalo” estará disponível online entre os dias 20 e 30 de agosto, por meio do endereço www.festivalecra.com.br

O longa também será exibido online no CIndie Festival (24 de setembro a 03 de outubro)  e na Mostra Olhares Brasil do 9º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba (7 a 15 de outubro). “Cavalo” ainda fará parte da programação especial de longas-metragens do 10º Circuito Penedo de Cinema, em novembro. Em paralelo às exibições no Brasil, o filme será visto em festivais internacionais como o Mímesis Documentary Festival, realizado em agosto no Colorado  EUA, e no Festival Latinoamericano de Cine de Quito, FLACQ, evento que foi adiado para 2021.

Contemplado no Prêmio Guilherme Rogato, da prefeitura de Maceió, e contando com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual  - FSA para sua realização, “Cavalo” é o primeiro longa-metragem fomentado por um edital público em Alagoas, o que representa um marco para a política cultural do estado. 

Com direção de Rafhael Barbosa (“O que Lembro,Tenho”) e Werner Salles Bagetti (“Exu - Além do Bem e do Mal”), o filme utiliza uma linguagem híbrida, entre a ficção, o documentário e a experimentação, para  falar sobre a memória da ancestralidade no corpo.

“Desde Exu (2012), temos desenvolvido um projeto artístico que se relaciona com os arquétipos dos orixás e das entidades. Uma pesquisa de oito anos que influenciou na concepção do nosso primeiro longa. Também estávamos estudando a história do Quilombo dos Palmares, uma das maiores narrativas de resistência do mundo, quando entendemos que seria instigante investigar os ecos desse passado em nossa contemporaneidade. A ancestralidade foi o caminho encontrado para expressar essa busca”, explica Rafhael Barbosa, responsável pelo roteiro e direção do filme, ao lado de Werner Salles.

“Escolhemos o corpo como signo mais proeminente do filme. Nossas personagens são sete jovens artistas alagoanos, rappers, Bboys e Bgirls, dançarinos e dançarinas de diferentes gêneros.  E alguns deles são cavalos (como são chamados os médiuns na Umbanda e no Candomblé), condição que potencializa a capacidade de expressão corporal”, completa Werner.  

“O contato com as histórias das personagens transformou o roteiro do filme. Nas audições, fomos confrontados com relatos muito ricos, histórias poderosas. Enxergamos  nessas sete trajetórias elementos que se complementaram para criar uma só narrativa”, diz Rafhael Barbosa.  

Compõem o elenco de protagonistas Alexandrea Constantino, Evez Roc, Joelma Ferreira, Leide Serafim Olodum, Leonardo Doullennerr, Roberto Maxwell  e Sara de Oliveira. O grupo foi selecionado após um teste de elenco, e passou a conviver num intenso processo de preparação. Uma imersão artística que é mostrada no filme como um de seus eixos narrativos.

Num processo de criação em coautoria, os personagens foram provocados a construir performances inspiradas pelo arquétipo do cavalo e suas muitas simbologias.   

Para Werner Salles, o filme também é um mergulho nas possibilidades do inconsciente. “Cavalo também é um arquétipo do inconsciente, uma metáfora do corpo, da força, da psique. E o filme dialoga diretamente com essas questões. A intuição foi o guia, não só nas performances das personagens, mas desde a concepção até a montagem final. Somos todos cavalos nesse processo”, explica o diretor. 

Segundo os diretores, apesar da linguagem provocadora, “Cavalo” tem potencial para alcançar uma  trajetória popular.

“O filme não tem uma narrativa clássica. Seguimos o caminho do cinema de poesia, mas sempre com uma vontade de nos conectarmos com o público por meio da sensibilidade. Num momento em que a intolerância religiosa e os diversos preconceitos avançam de maneira preocupante no país, ‘Cavalo’ é um grito poético que deve reverberar”, diz Rafhael. 

 

Serviço:

O quê: exibição online do longa-metragem Cavalo no 4º Festival ECRÃ de Experimentações Audiovisuais

Onde e quando: de 20 a 30 de agosto, pelo endereço www.festivalecra.com.br

Acesso gratuito

Mais informações: @cavalo_filme (instagram)

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